tons amenos de notas graves ainda são tempestades que estão por vir como noites que não têm fim madrugadas que ainda estou aqui olhos roxos que não me deixam mentir o sol nasce e eu subo a clave mas permaneço em algum perigo da persistência em reconhecer que ainda busco um abrigo no relento do momento obsoleto me faço significante do absoluto de tentativas em validar o que sinto sobrevivendo a cada amanhecer materializo o fluxo de ideias abstrato sou então conhecedora dessa dor como bate o acorde exato me acorde quando esses maus tratos não significarem mais o amor e se fundirem ao fracasso da penitência sou o subterfúgio dessa existência buscando em mim razões naufrago em minha essência flagelo um corpo que não para é a insônia quem me ampara meus pés ainda tão calejados navego pela imensidão da noite sou a representação do afoite quando encontro Deus e seu cajado quando me ponho a afogar no devasto quando preciso apenas de um abraço que não embargue a minha voz e não limite o qu...
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