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Mostrando postagens de abril, 2025
os pares de mirante pousam em outrem pois permanência nem sempre é afeto sentindo vidas que rastreiam alguém alguém que te faça existir mais perto e mais próximo do pouso das borboletas que denota tempo e nota detalhes são agora discussões tão obsoletas tangemos nossos próprios males que se colidem como opostos e se assemelham no desgaste fases que tanto desgosto temendo que se alastrem e como o sol que bronzeia a pele mas queima tudo enquanto fica psiques que se expelem matérias que se identificam mas o farol já não admira as águas e como sua mãe elas choram seu peito acresce de mágoa salgam as ondas que se escoram eu sou o mar eu também sou o porto e adoçada na minha nascente nasci banhada por rios eu sou o conforto nem todo mundo sai quase ninguém sente o luzeiro que cativa é o mesmo da partida seu terreno é território vasto a explorar se deixo de ser a musa prefiro tirar a vida já não irradia claridade ao ver o barco ancorar mas existe um mistério e esse momento em que o magnetismo...