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Todos os dias, eu escolho a paz. É por isso que, ao encontrar um velho amigo esses dias, ele me disse “Você sumiu. É quase como se não morasse mais aqui” e eu concordo. Porque optei por estar em paz e às vezes brinco de ser feliz, de vez em quando eu consigo. Mas estou aprendendo a me priorizar, a avaliar se eu realmente preciso estar em situações que não me cabem, ainda que me coloquem, eu realmente cansei de gastar as minhas energias. Existem problemas maiores do que as bocas que falam algo a meu respeito, ou do mal que tentam me fazer. Quem me protege, não dorme e eu estou tentando tanto fazer dar certo, que não posso me permitir o descaso, não posso perder meu tempo com o que não me levará a lugar algum. Minha mãe me disse que estou amadurecendo. É que quanto mais o tempo passa, mais eu simplifico tudo: não tive uma figura paterna? Resolvo na terapia. Não tenho mais amigos que me chamem pra sair? Faço algo sozinha. Você não gosta de mim e eu não gosto de você? Então estamos bem. Pronto! Eu já me preocupei demais com pessoas que me esqueceram na primeira oportunidade que tiveram. Já tive muito medo da solidão, hoje aprendi a lidar com ela. É claro que isso me faz refletir, se sou querida ou não, e na maioria das vezes, ainda tenho uma mente ansiosa que fica me dizendo que não sou. Mas não tem o que fazer, estou aqui. Qualquer coisa me procure ou me mande uma mensagem. Estou pagando o que eu não tenho, pra dar paz pra minha cabeça e isso significa que abri mão de muito, porque agora eu me amo e é uma delícia. É só isso. Tchau!
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