Eis aqui o fantástico momento em que me sinto tão viva, mesmo aos estilhaços espalhados e tão frágil. Estou aqui para dizer que renuncio o meu nome e que agora eu tomei as rédeas com as minhas próprias mãos. Eu quero possuir a minha vida, tanto e a ponto de que ninguém entenderá coisa alguma e eu não explicarei quase nada. Porque no fim, esse sofrimento não mais me cabe e estou farta de repetir tantos ciclos, mesmo com pessoas diferentes. Eis o momento em que encaro a dor de frente e sem medo lhe dou um abraço, depois me retiro como quem sempre me amou.
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