O amor e a menina do nome composto
Tenho cerca de duzentos textos sobre o amor. Alguns dedicados, outros sobre como é amar e mesmo assim, todas as vezes que vou escrever sempre me parece a primeira. Sempre parece que sou uma completa desconhecida e que não saberei decifrar o que meu peito quer me dizer. Algum tempo atrás, jamais imaginei que eu pudesse ter a oportunidade de recomeçar. Mas você apareceu, linda e despretensiosamente em um bom momento. Me chamou pelo nome e sentou ao meu lado, estranhamente sabendo tudo sobre mim quando você era um livro novo, pronto para eu ler. Hoje me pego pensando no quão rápidos nossos sentimentos foram fluindo e sobre como em tão pouco tempo, me apeguei em você. É como se você fizesse eu sentir um frio na barriga e uma ansiedade quando vou te ver, então meus olhos te cercam certificando se isso não é um sonho. Você é uma calmaria, algo que me permiti deixar sentir e quero sentir. Entre todos os detalhes que me levam a você e pequenos gestos que demonstram o que temos, sinto que posso finalmente dizer que me sinto tão feliz por sorrir tranquilamente ao seu lado. Então respondendo a sua pergunta, desde que ela foi feita já sei a resposta. Não é muito cedo para dizer que eu amo você. E amo a esquisitice que te cerca, amo a sua risada, a forma como você arruma a sua franja e coloca o braço no meu ombro enquanto me olha tentando me decifrar. Isso é um texto sobre amor e sobre como é bom te amar, menina do nome composto.
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