Snap out! parte 2
Ana é alguém que vira e mexe aparece em meus pensamentos, me pego perguntando como está, o que faz e principalmente; se está feliz. Acho inusitado porque eu me parecia um pouco com cada irmão de Ana, mas ela, ela realmente me chamava a atenção como se existisse algo no seu mais profundo íntimo que dificilmente poderia ser decifrado, aliás, me arrisco a dizer que não foi qualquer homem que entrou em sua vida e foi capaz de enxergá-la bem mais do que apenas vê-la. Fisicamente não temos nada em comum, mas sei que temos os mesmos gostos e até esse defeito de ser um pouquinho dependente de quem amamos, sinto que Ana é como uma arma; tem o poder de atirar e ao mesmo tempo a fragilidade de não acertar em um alvo. Mas assim como uma arma, Ana parece sempre precisar de alguém para manunseá-la. Sei que não conversamos mais e muitas coisas se perderam pelo caminho, os anos se passaram e muitos fatos devem ter mudado, menos a essência dela pois todas as vezes que Ana ligeiramente passa pelos meus pensamentos, creio que ela permanece a mesma e ao mesmo tempo totalmente diferente.
Alguns laços nunca rompem. Obrigada por ter feito parte da minha vida, ex cunhada Ana. Te dedico esse singelo texto porque você sempre apoiou a minha escrita. <3
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