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Mostrando postagens de abril, 2016

Eu sou poesia!

A poesia é libertadora Ela está nos detalhes  Quase como uma curadora Tira todos os males Percorre os cantos das cidades  É azul como o céu Livre para todas as idades Me livrou de ser réu

Tudo vem com o vento, tudo bom!

 Então como é que eu estou? Estou muito bem, super bem! Dizer "está tudo ótimo" é meio prepotente e arrogante na minha opinião, mas eu estou bem. Estou vivendo um dia de cada vez, estou sabendo ter calma, equilíbrio e acima de tudo paciência. Amores, precisamos ser pacientes e empáticos. "Mas e os desafios?", bom, enfrento todos eles. No começo da minha faculdade, na verdade, na terceira semana de aula, eu estava me sentindo tão desolada e sozinha. Eu olhava pra cima e falava "Meu Deus! Me ajuda, não sou nada sem ti. Está tudo tão difícil, eu só quero chorar.", e chorei feito criança quando não ganha doce. Chorei porque não estava fácil, porque o curso não estava fazendo sentido, chorei e molhei horrores o meu travesseiro. Mas comecei a ser mais atenciosa, comecei a dar um passo de cada vez.

Feminismo na minha vida parte 2

 Um tempo atrás contei aqui a minha principal influência feminista, no caso, a minha mãe. Caso não tenha lido, clique aqui para ler antes de continuar nesse post. Hoje falarei um pouco mais e claro, incluirei a questão de gênero, sexualidade e afins porque de certa forma acarretou no meu processo de participação e descobrimento do movimento feminista.  Como no outro post, eu disse que minha mãe sempre me empoderou, a própria história dela já foi o suficiente para eu perceber que não precisava ser dependente de um homem para sobreviver. Uma das memórias mais vivas minha, é que aos 10 anos dei um discurso para a minha família que sobrecarregava a minha cabeça e de minhas primas com a famosa frase "Se continuarem assim, não vão arranjar um marido!". Vocês conseguem perceber como voltam as mulheres sempre para o patriarquismo, sempre para os homens?