Porra, Miguel!
Texto fictício para treinar minhas habilidades de escrever histórias, não ache que tudo isso é verdade, minha criatividade é viva demais! Esse texto contem palavrão.
Rolei até o pé da cama, ainda sentia sua falta. Passei a mão pelo lençol todo, meio que esperava encontrar seu corpo quente naquela escuridão, mas só acabei descobrindo que havia um vácuo imenso ao meu redor. Eu não estava conseguindo dormir, olhei no relógio e ainda eram 3:00 da matina. Caralho, preciso dormir! Me levantei mesmo sabendo que essa era uma péssima ideia, fui até a sacada e peguei o maço de cigarros, que merda, eu estava tentando sair dessa merda mas não conseguia, aliás eu não consigo várias coisas. Ando muito cansada e você parece não se importar, quero me livrar de todos os vícios e você não me apóia, eram 3:00 horas e eu só conseguia pensar em você naquela madrugada. Fumei cinco cigarros de uma vez só e fui ao banheiro, eu estava completamente horrível mas decidi que ia mudar aquela situação, coloquei um vestido rodado e decidi dar uma volta na cidade, encontrei algumas amigas em um bar e bebi até tudo tontear, aquilo era tudo o que eu podia fazer.
Aquele dia eu jurei pra mim que ia te esquecer por bem ou por mal. Eu fico péssima quando bebo, me desculpe pelas várias mensagens na sua caixa de mensagem do celular, desculpe até pelos erros de português nelas, eu estava resistindo a você até que tocou "Dancing in the dark"do Bruce Springteen, lembra dela? A nossa música! A música no qual já dançamos muito. Daí, caralho, fodeu, não é? 5:45 da manhã, eu sentada no banco de trás do táxi e meu celular toca, era você dizendo que estava na frente da minha casa. Meus olhos brilharam, pedi para que o taxista fosse mais rápido, abri a janela do carro e acendi meu cigarro, o taxista me disse: "só não derrube nada no meu banco, custou caro esse estofado", "sem problemas, amigo!" respondi com a voz mole, meus olhos escorriam lágrimas e eu não sabia por quê. "Me desculpa a indiscrição, mas por que você fuma, menina? É tão nova, deve ter a idade da minha filha.", eu sorri e ele viu através do retrovisor, traguei um pouco e respondi: "sou uma dependente..." ele franziu as sobrancelhas com ar de pena, "mas calma, cigarro nem é o pior dos meus vícios, sou viciada no amor de um homem patético que não me quer mais, mas está me esperando na frente de casa agora". Conversamos por um tempo, até eu te ver parado em frente a minha casa, desci do táxi e paguei a corrida, atravessei a rua enquanto seus olhos me acompanhavam. Seu beijo sempre o foi o melhor, não pude deixar de soltar aquele: "te odeio porque você mexe comigo", é sempre bom transar também, pena que depois você simplesmente estragou tudo, combinando por uma ligação um encontro com outra logo que saísse da minha casa. Eu te odiei profundamente aquele momento, eu te odeio agora. Porra, Miguel! Vá a merda. Agora você sabe porque te expulsei daquela forma, porque já estava querendo me livrar de você há muito tempo, mas como uma dependente, eu não conseguia. É por isso que estou deixando essa carta para você agora, pedi à minha mãe que me internasse, disse que estava triste pra caralho, disse que precisa de um tempo afastada. Mas sabe por que estou indo? Porque meu maior vício é você, preciso me curar antes que aconteça algo. Então se cuida, mas eu ainda te odeio assim como odeio os meus cigarros que não largo nunca.
Rolei até o pé da cama, ainda sentia sua falta. Passei a mão pelo lençol todo, meio que esperava encontrar seu corpo quente naquela escuridão, mas só acabei descobrindo que havia um vácuo imenso ao meu redor. Eu não estava conseguindo dormir, olhei no relógio e ainda eram 3:00 da matina. Caralho, preciso dormir! Me levantei mesmo sabendo que essa era uma péssima ideia, fui até a sacada e peguei o maço de cigarros, que merda, eu estava tentando sair dessa merda mas não conseguia, aliás eu não consigo várias coisas. Ando muito cansada e você parece não se importar, quero me livrar de todos os vícios e você não me apóia, eram 3:00 horas e eu só conseguia pensar em você naquela madrugada. Fumei cinco cigarros de uma vez só e fui ao banheiro, eu estava completamente horrível mas decidi que ia mudar aquela situação, coloquei um vestido rodado e decidi dar uma volta na cidade, encontrei algumas amigas em um bar e bebi até tudo tontear, aquilo era tudo o que eu podia fazer.
Aquele dia eu jurei pra mim que ia te esquecer por bem ou por mal. Eu fico péssima quando bebo, me desculpe pelas várias mensagens na sua caixa de mensagem do celular, desculpe até pelos erros de português nelas, eu estava resistindo a você até que tocou "Dancing in the dark"do Bruce Springteen, lembra dela? A nossa música! A música no qual já dançamos muito. Daí, caralho, fodeu, não é? 5:45 da manhã, eu sentada no banco de trás do táxi e meu celular toca, era você dizendo que estava na frente da minha casa. Meus olhos brilharam, pedi para que o taxista fosse mais rápido, abri a janela do carro e acendi meu cigarro, o taxista me disse: "só não derrube nada no meu banco, custou caro esse estofado", "sem problemas, amigo!" respondi com a voz mole, meus olhos escorriam lágrimas e eu não sabia por quê. "Me desculpa a indiscrição, mas por que você fuma, menina? É tão nova, deve ter a idade da minha filha.", eu sorri e ele viu através do retrovisor, traguei um pouco e respondi: "sou uma dependente..." ele franziu as sobrancelhas com ar de pena, "mas calma, cigarro nem é o pior dos meus vícios, sou viciada no amor de um homem patético que não me quer mais, mas está me esperando na frente de casa agora". Conversamos por um tempo, até eu te ver parado em frente a minha casa, desci do táxi e paguei a corrida, atravessei a rua enquanto seus olhos me acompanhavam. Seu beijo sempre o foi o melhor, não pude deixar de soltar aquele: "te odeio porque você mexe comigo", é sempre bom transar também, pena que depois você simplesmente estragou tudo, combinando por uma ligação um encontro com outra logo que saísse da minha casa. Eu te odiei profundamente aquele momento, eu te odeio agora. Porra, Miguel! Vá a merda. Agora você sabe porque te expulsei daquela forma, porque já estava querendo me livrar de você há muito tempo, mas como uma dependente, eu não conseguia. É por isso que estou deixando essa carta para você agora, pedi à minha mãe que me internasse, disse que estava triste pra caralho, disse que precisa de um tempo afastada. Mas sabe por que estou indo? Porque meu maior vício é você, preciso me curar antes que aconteça algo. Então se cuida, mas eu ainda te odeio assim como odeio os meus cigarros que não largo nunca.
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