Só dá você
Esse texto é uma ficção (estou treinando minhas habilidades de escrever histórias), contem palavrão e foi inspirado na música Menina Veneno. (Ritchie/ Bernardo Vilhena)
Seus olhos delineados, me enfeitiçavam com facilidade, o cheiro do seu cabelo, sua pele, seu jeito de agir e andar... Tudo aquilo me deixava hipnotizada. Era uma madrugada fria, a janela do meu quarto no hotel permanecia fechada enquanto eu fumava sentada na cama, aquele lençol azul ainda estava com o cheiro dela, aquilo estava me deixando louca. De repente, alguém bate na porta e eu só querendo muito que esse alguém seja ela. Me levantei lentamente, por uma sorte incrível, quando abri a porta me deparei ela, toda linda, com uma saia preta, sua bota de couro e uma jaqueta de motoqueiro, seus olhos estavam delineados como sempre, aquilo me fascinava. Então ela me beijou, eu já estava com saudade daquele beijo, ela foi entrando e eu fiquei paralisada com o cigarro na mão, demorei alguns segundos para fechar a porta, cara, como ela consegue me hipnotizar tanto? Quando virei, ela já estava deitada, peguei um uísque e preparei um drink para nós, ela adorava uísque.
Eu poderia ficar a noite toda a observando naquele quarto de hotel, era tipo "Menina veneno", antes mesmo de terminar meu drink, ela pegou o copo da minha mão e colocou no criado-mudo, ao lado do abajur cor de carne, subiu em cima de mim e começou a me beijar, todas as vezes que ela ia naquele hotel, nós transávamos bastante. A transa foi ótima, como todas as outras, aqueles olhos delineados me encaravam enquanto ela fazia expressões de prazer, aquilo dava uma puta tesão, mas prefiro não entrar em detalhes, prefiro apenas guardar na memória o quanto era bom fazer sexo com ela. Depois ela vestiu somente a calcinha e dormiu um pouco, eu fiquei a observando enquanto dormia, estava realmente apaixonada por alguém que jamais poderia ser meu. Ela odiava dormir ao meu lado, mas eu amava quando sem querer ela pegava no sono. Depois quando acordou, eu ainda estava a observando, só que agora sentada na cama, fumando e bebendo. Ela veio com aquela voz meio mole, meio sexy e exclusiva dizendo: "Por que me deixou dormir? Sabe que não posso me dar esse luxo." Eu a puxei para mais um beijo, ficamos alguns minutos ali até que ela disse que precisava ir, com certeza essa era a parte mais triste, tentei beijá-la mais uma vez mas ela se levantou rápida demais, vestiu sua roupa e tomou mais um gole de uísque. "Você sabe o quanto eu amo uísque, obrigada por preparar pra gente sempre que venho, amor." disse ela sorrindo, enquanto arrumava o cabelo em frente ao espelho, "Quando vai ser minha?" soltei essa sem querer, ela sorriu dizendo que já era minha por algumas horas, quando ela dizia aquilo, eu ficava tão irritada por simplesmente não conseguir admitir que eu nunca a teria por completa, levantei da cama e tirei da minha carteira uns 150 reais, dei pra ela e disse: "Você não é minha por algumas horas, só sua boceta e você sabe que não é isso que eu quero apenas..." ela ouviu tudo com atenção, guardou o dinheiro no sutiã e me deu um beijo, "Quando vamos nos ver de novo?" perguntou a mim enquanto se dirigia até a porta, e eu com um olhar cansado, respondi: "Nós não nos veremos mais, não suporto te dividir com outras pessoas.", ela destrancou a porta, virou pra mim com seus olhos delineados cheios de lágrimas e disse: "Realmente. não é? O mundo é pequeno demais pra nós...", depois vi ela partindo, desde então nunca mais a vi mas sempre lembro dela quando ouço "Menina veneno".
Seus olhos delineados, me enfeitiçavam com facilidade, o cheiro do seu cabelo, sua pele, seu jeito de agir e andar... Tudo aquilo me deixava hipnotizada. Era uma madrugada fria, a janela do meu quarto no hotel permanecia fechada enquanto eu fumava sentada na cama, aquele lençol azul ainda estava com o cheiro dela, aquilo estava me deixando louca. De repente, alguém bate na porta e eu só querendo muito que esse alguém seja ela. Me levantei lentamente, por uma sorte incrível, quando abri a porta me deparei ela, toda linda, com uma saia preta, sua bota de couro e uma jaqueta de motoqueiro, seus olhos estavam delineados como sempre, aquilo me fascinava. Então ela me beijou, eu já estava com saudade daquele beijo, ela foi entrando e eu fiquei paralisada com o cigarro na mão, demorei alguns segundos para fechar a porta, cara, como ela consegue me hipnotizar tanto? Quando virei, ela já estava deitada, peguei um uísque e preparei um drink para nós, ela adorava uísque.
Eu poderia ficar a noite toda a observando naquele quarto de hotel, era tipo "Menina veneno", antes mesmo de terminar meu drink, ela pegou o copo da minha mão e colocou no criado-mudo, ao lado do abajur cor de carne, subiu em cima de mim e começou a me beijar, todas as vezes que ela ia naquele hotel, nós transávamos bastante. A transa foi ótima, como todas as outras, aqueles olhos delineados me encaravam enquanto ela fazia expressões de prazer, aquilo dava uma puta tesão, mas prefiro não entrar em detalhes, prefiro apenas guardar na memória o quanto era bom fazer sexo com ela. Depois ela vestiu somente a calcinha e dormiu um pouco, eu fiquei a observando enquanto dormia, estava realmente apaixonada por alguém que jamais poderia ser meu. Ela odiava dormir ao meu lado, mas eu amava quando sem querer ela pegava no sono. Depois quando acordou, eu ainda estava a observando, só que agora sentada na cama, fumando e bebendo. Ela veio com aquela voz meio mole, meio sexy e exclusiva dizendo: "Por que me deixou dormir? Sabe que não posso me dar esse luxo." Eu a puxei para mais um beijo, ficamos alguns minutos ali até que ela disse que precisava ir, com certeza essa era a parte mais triste, tentei beijá-la mais uma vez mas ela se levantou rápida demais, vestiu sua roupa e tomou mais um gole de uísque. "Você sabe o quanto eu amo uísque, obrigada por preparar pra gente sempre que venho, amor." disse ela sorrindo, enquanto arrumava o cabelo em frente ao espelho, "Quando vai ser minha?" soltei essa sem querer, ela sorriu dizendo que já era minha por algumas horas, quando ela dizia aquilo, eu ficava tão irritada por simplesmente não conseguir admitir que eu nunca a teria por completa, levantei da cama e tirei da minha carteira uns 150 reais, dei pra ela e disse: "Você não é minha por algumas horas, só sua boceta e você sabe que não é isso que eu quero apenas..." ela ouviu tudo com atenção, guardou o dinheiro no sutiã e me deu um beijo, "Quando vamos nos ver de novo?" perguntou a mim enquanto se dirigia até a porta, e eu com um olhar cansado, respondi: "Nós não nos veremos mais, não suporto te dividir com outras pessoas.", ela destrancou a porta, virou pra mim com seus olhos delineados cheios de lágrimas e disse: "Realmente. não é? O mundo é pequeno demais pra nós...", depois vi ela partindo, desde então nunca mais a vi mas sempre lembro dela quando ouço "Menina veneno".
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